quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Mudança


Todo mundo um dia já falou que mudar é preciso, que a mudança faz parte da vida etc. No discurso, o termo mudança é muito bem visto e remete às tentativas, aos anseios de buscar aquilo que queremos. Como eu disse, tudo isso no discurso. Basta a vida nos propor uma mudança que temos a impressão que o mundo vai acabar. É lógico que se for para melhor, a tendência e que aceitemos com mais facilidade. Mas se esse melhor não está explicito, a coisa muda de cara e de cor.
Por mais que resistimos, estamos em constante mudança. A vida não precisa do nosso aval para nos pregar peças e fazer uma reviravolta na nossa trajetória. Esse é o grande barato na nossa existência. Mudar sempre, mesmo sem saber, mesmo achando que nem sempre isso é bom.
Essa época de campanha eleitoral é o momento certo para refletirmos sobre tudo isso. O voto é um instrumento poderoso, aquilo que possuímos de mais valioso. E se temos a esperança de mudar algo, é através dele que temos essa chance. Nada mais claro, nada mais democrático, nada mais obvio. Pense nisso! Dar oportunidade para novos nomes talvez seja a forma mais eficaz de conseguir o melhor para todos. Vamos analisar isso tudo como uma grande possibilidade de mudança, de trazer coisas novas, levar a cada eleitor as melhores propostas; sair da mesmice dessas campanhas padronizadas que elegem político resistentes à novas possibilidades.
Algumas frases que abordam o tema:
"Aceite as mudanças. Vão acontecer, você gostando ou não.” (Odette Pollar)
"Nada é tão duradouro como a mudança." (Ludwig Borne)
"O mais difícil na mudança é a existência de um desejo sincero de mudar!"
(Júlio Ribeiro)
"É impossível haver progresso sem mudanças, e quem não consegue mudar a si mesmo não muda coisa alguma." (George Bernard Shaw)
"Se você quer mudar tudo, basta mudar a sua atitude." (H. Jackson Brown)
"Você deve ser a própria mudança que deseja ver no mundo."
(Mahatma Gandhi)
"Nada é permanente, salvo a mudança." (Heráclito)
"O mundo detesta mudanças e, no entanto, é a única coisa que traz progresso." (Charles Kettering)
E para terminar, sempre me lembro do slogan do “Jornal Ponte da Cadeia” de São João del-Rei (1967 a 1982), do meu tio Adenorzinho, falecido em 1983. O jornal sempre estampava na sua capa uma frase simples e poderosa:
“Para não mudar, basta não pensar.”

Um abraço,
Adenor Simões 4045 - PSB

terça-feira, 14 de setembro de 2010

São João del-Rei



Linda cidade de São João del-Rei, cidade onde eu nasci. Me orgulho disso aqui.

Abraços

Adenor Simoes 4045 - PSB

* Tapete de rua - Oficinas Artes da Terra

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Festival de Três Pontas


Na semana passada, aconteceu em Três Pontas, MG, o Festival Música do Mundo. Do dia 08 a 12 de setembro, a cidade respirou Cultura e pôde sentir a importância de um evento desse porte para as pessoas e para a cidade em geral. O festival comemora um célebre show de Milton Nascimento, que, em 1977, juntou amigos para tocar num local afastado da cidade. O show tomou proporções inesperadas, a cidade lotou de turistas e foi uma noite inesquecível para quem esteve naquele ano. Trinta e três anos depois, Milton Nascimento repete a dose levando um show emocionante para o palco do “Música do Mundo”.
No mundo inteiro, a Cultura estabelece relações e consegue unir as pessoas. Ela é capaz de tornar um pequeno espaço de tempo em momentos inesquecíveis. E como não dar o devido valor a esse direito básico de um cidadão? Pouco se fala em Cultura nos programas de governo dos candidatos à Câmara Federal. Não entendo o porquê de ignorar esse tema e gostaria de ver as propostas de cada candidato de Minas Gerais no que diz respeito à Cultura. Isso não é possível, no entanto, pois poucos tocam nesse assunto, e quando o fazem, quase sempre é de forma equivocada. Tenho certeza de que todo mundo que estava em Três Pontas saiu de lá com muita história prá contar. No mínimo isso! Mas sei também que cada vez mais temos a necessidade de mostrar e compartilhar a nossa arte como forma de marcar toda a nossa brasilidade.
Essa sempre foi a minha luta e não será diferente na Câmara Federal.

Um abraço
Adenor Simões 4045 – PSB

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Vale tudo


A campanha eleitoral é um período delicado, quando muitos depositam todas as energias e vontades em prol da vitória. Até ai, tudo bem. Toda disputa pressupõe vontade, garra, disposição. O que não vale é trapacear correr pela contra mão, cortar caminho quando todos têm que passar pelo percurso mais longo. Ai não é justo! Meu pai sempre me dizia que regras eram pra ser cumpridas. Quando a gente entra numa disputa, temos que respeitar, temos que ter palavra e honrar a posição que estamos nessa luta.
Uma das regras da corrida eleitoral em São João del-Rei diz que os candidatos não podem usar as vias públicas para fazerem propaganda, ou seja, não podem colocar placas, cavaletes ou coisa do tipo em lugares públicos, como praças, calçadas, ruas etc. O que a gente percebe, no entanto, aqui em São João del-Rei, é que tem muita gente quebrando essas regras e tentando vencer a corrida passando pelo caminho mais curto. Tenho visto inúmeros cavaletes de propaganda espalhados pela cidade, sujando as ruas, atrapalhando pedestres, mostrando a verdadeira intenção daqueles candidatos que prestam a fazer esse tipo de coisa. É preciso saber ler nas entrelinhas. Quem faz esse tipo de trapaça merece representar o povo? Ao eleger candidatos desse tipo estamos nos reconhecendo como pessoas que trapaceiam e dão o famoso jeitinho em tudo. Claro que não é isso que queremos. A nossa vontade é ter deputados compromissados com a verdade, com as regras e que façam delas o pressuposto de seu mandato.
Denuncie! Bote a boca no trombone, porque essas pessoas não podem tirar vantagem passando por cima das regras. Eu, como candidato e cidadão, não posso ficar calado vendo as pessoas serem enganadas por falsos idealizadores. Vamos correr todos pelo mesmo trajeto, passando pelos mesmos riscos e obstáculos. Ai sim a coisa fica justa e quem ganhar terá méritos de um grande vencedor e não o descrédito de um trapaceiro.

Um abraço,

Adenor Simões 4045 - PSB

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Vamos lutar pela Cultura


Minas Gerais, um estado onde as manifestações artísticas são marca da identidade dos mineiros, pode ficar sem participação no Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC). A exclusão, que também atinge aos estados de Rondônia e Paraná, deve-se ao fato de essas federações não possuírem um Fundo Estadual de Cultura e um Conselho Estadual de Cultura. Sabe o que isso significa? Minas Gerais não terá acesso a projetos financiados com recursos federais e todas as suas cidades ficarão desfalcadas tanto no seu desenvolvimento cultural e social, como também econômico.
Na política fala-se muito em saneamento básico, educação, saúde, transporte etc, que são importantes e devem ser assegurados aos cidadãos. Mas e a cultura? Será que podemos esquecer que ela também faz parte dos direitos básicos do cidadão? E mais: precisamos mudar o conceito que se arraigou quando falamos em Cultura. Ela é mais que as apresentações de música, teatro, dança... É, como já disse, a identidade do povo. Essa é uma das minhas metas; fazer com que a Cultura faça parte da vida das pessoas. Não podemos deixar as oportunidades passarem. É importante analisar, debater, cobrar e chegarmos juntos ao nosso objetivo: colocar São João del-Rei e Minas Gerais atuantes no cenário nacional, com o seu representante na Câmara dos Deputados.

VAMOS BATALHAR POR UMA BANCADA FORTE A FAVOR DA CULTURA EM BRASÍLIA
Abraços,
Adenos Simões 4045 - PSB

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

São João del-Rei


Foto: Kiko Neto

"Visto assim do alto, mais parece um céu no chão..." (Hermílio Bello de Carvalho/Paulinho da Viola)

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

A volta do humor


Durante toda a trajetória da humanidade, as manifestações conseguiram mudar rumos e trazer esperanças para aqueles que lutavam. As grandes mudanças ocorrem a partir de reivindicações organizadas, manifestos inteligentes que conseguem atingir a opinião pública e o povo em geral. Isso aconteceu em vários momentos da história do Brasil e trouxe ganhos enormes para o nosso país.

Na semana passada, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) proibiu as piadas feitas com candidatos em programas de rádio e TV. Essa decisão, que parte da Lei Eleitoral, vigente desde 1997, poderia acabar com uma característica marcante de todo o processo eleitoral: o humor como forma de protesto, a sátira inteligente que cobra apesar do tom irreverente. Numa união pela democracia, vários humoristas reuniram-se na praia de Copacabana, fazendo um manifesto contra essa forma velada de censura. Artistas de várias emissoras de TV e rádio mostraram a importância das parcerias e a força da união.

O Ministro Ayres Brito, vice-presidente do Supremo suspendeu na ultima quinta-feira, 26, a eficácia do inciso II do art. 45 da Lei Eleitoral, que proíbe o uso de “trucagem, montagem ou outro recurso de áudio e vídeo que, de qualquer forma, degradem ou ridicularizem candidato, partido ou coligação, ou produzir ou veicular programa com esse efeito”. Isso que dizer que o ministro liberou a sátira política.

Nem tudo está perdido! Ainda há um pouco de esperança em meio a isso tudo. Mais uma vez, a rede de multiplicadores deu resultado. “Um mais um” fez a diferença mais uma vez. Isso prova que não podemos ficar parados, alheio a tudo que acontece sem reagir. A classe artística venceu a primeira batalha. Sei que virão outras e a reação tem que ser essa: indignação seguida de protesto. Tudo com muita inteligência, sabendo tirar proveito de todas as situações, adquirindo experiências e vivências. Somar! Ideias, atitudes, conceitos... Isso faz a diferença; faz com que consigamos encontrar, nas mais adversas situações, soluções definitivas; torna-nos capazes de lutar a favor de um ideal transformador.

Um abraço,

Adenor Simões 4045 - PSB